Resenha: Lua azul

lua azulTítulo: Lua azul – Os imortais

Autora: Alyson Noel

Sinopse: Ever é agora uma imortal. Iniciada nesse mundo desconhecido e sedutor por seu eterno amado, Damen, ela está empenhada em conhecer e dominar suas novas habilidades, mas algo terrível começa a acontecer. Acometido por uma doença misteriosa que ameaça, inclusive, sua memória, Damen não percebe que seus poderes se estão esvaindo – enquanto Ever se sente cada vez mais forte. Desesperada para salvá-lo, ela viaja até a dimensão mística de Summerland, onde não apenas toma conhecimento da misteriosa história de Damen, brutal e torturante, mas também tem acesso aos segredos que regem o Tempo. Com a lua azul que se aproxima, anunciando uma oportunidade única de se projetar para o passado ou para o futuro, Ever é forçada a decidir entre voltar no tempo e impedir o acidente que tirou a vida de toda a sua família ou ficar no presente e salvar Damen, que parece definhar a cada dia.

A autora Alyson Noel continua relatando a trajetória de Ever Bloom (será que foi só eu ou mais alguém relacionou o sobrenome Bloom à Beck Bloom do livro “Delírios de consumo de Beck Bloom”?). Enfim, Ever que era apenas uma médium é transformada no final do livro anterior em imortal pelo seu namorado também imortal e extremamente perfeito (como descrito na história) Damen.
Agora que ela não tem mais Drina (ex-esposa de Damen) em seu caminho, pode ter Damen pelo resto da eternidade, mas a única pessoa que pode impedir e sempre dá um jeito de estragar tudo, é ela mesma.


Fora o fato dela mesma se atrapalhar, ainda aparece Ramon, um garoto novo de seu colégio, aparentemente normal, mas que ela tem fortes pressentimentos de que ele “seja do mau”.
Graças a Ramon, todos as tribos do colégio passam a se aceitar e se relacionar amigavelmente, menos Ever que fica de fora, excluída até por seus melhores amigos, Haven e Miles, e por seu namorado imortal Damen, que passa a agir estranhamente com ela.
Agora ela tem de descobrir o que está realmente acontecendo… Ramon realmente é mau? Como ele conseguiu fazer todas as tribos deixarem seus preconceitos de lado e serem amigos em apenas um dia? O que está acontecendo com Damen?
E sem seus amigos, a única pessoa à quem pode recorrer é Ava, quem ela sempre rejeitou a ajuda.

Achei a história interessante (a trama), mas em partes não me agradou muito. Deixe explicar. Desde o livro anterior, o fato de Ever ser médium e poder saber as respostas de qualquer pergunta escrita apenas colocando o dedo sobre a pergunta ou saber a resposta de um questionamento do professor, apenas recebendo as respostas do nada em sua mente, não me agradaram.
Particularmente achei que a personagem mostra no decorrer da história que estudar não é importante e passa uma visão distorcida de mediunidade, já que médiuns precisam estudar como pessoas normais, pois não recebem respostas do nada pra tudo. Além disso, no livro Ever trata sua mediunidade como uma aberração, o que não é e pelo menos espero que a maior parte das pessoas também não achem que seja.
Há, também tem o fato de que sempre que ela fica muito feliz, triste, com medo, ou tem um pressentimento, ela descreve todas as sensações da mesma maneira: “sinto meu estômago revirado e embrulhado”. Véi, tá zoando comigo? Não via hora dessa garota vomitar… Mas acho que vai ficar pro próximo livro…

lena rico

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