Resenha: A princesa a espera

Título: A princesa a espera

Autora: Meg Cabot

Sinopse: Mia Thermopolis, a princesinha que encantou jovens de todo o mundo no romance e no filme O diário da princesa, está de volta. Neste novo e quarto volume da série, A princesa à espera, Mia, depois de finalmente ter conquistado o coração do rapaz por quem era apaixonada, Michael Moscovitz, precisa passar as férias na Genovia, a milhares de quilômetros de seu amado.

Realmente este livro não foi exatamente o que eu estava esperando depois de ler A princesa apaixonada. Depois ler os três primeiros livros da série, que me emocionaram e até me fizeram rir, este foi com todas as letras: decepcionante.

A história se inicia com a princesa em Genovia, enquanto Michael está em Boca Ranton, na casa de seus avós, onde os Moscovitzes estão passando as férias.

Agora que Mia está finalmente namorando com o seu “príncipe encantado”, ela fica toda insegura e chata, pensando que Michael vai largar dela a qualquer momento, por motivos bobos.

Ao invés de Meg explorar o reino genoviano, ela tornou a história enfadonha focando nas inúmeras instabilidades de Mia (seus seios pequenos, sua altura singular, sua inaptidão em diversas matérias e sua suposta falta de talento). Durante sua estadia em Genovia, ela faz seus deveres reais e devido a dificuldade para entrar em contato com Michael, fica paranóica questionando-se a todo momento se Michael gostava dela como namorada ou apenas como amiga.

Ao longo da história, Grandmère constantemente tenta induzi-la a namorar com o príncipe René e  aconselha Mia a fazer como Jane Eyre, dar menos atenção a Michael. Mia passa pela tensão anual das formações de turmas. Pela estrição de não poder ir ao primeiro encontro oficial com Michael devido ao baile real de branco e preto. Pela agonia de encontrar um presente de aniversário que esteja a altura de seu amado. E pela aflição de identificar algo em que possua habilidade.

Como se pode notar, diferentemente dos volumes anteriores, os momentos cômicos são menores e os emocionantes também. Separei aqui os poucos trechos do livro que eu julguei interessante:

“Mas todo mundo sabe que os garotos são que nem cachorros, a memória de curto prazo deles é completamente nula. Você conta a eles que seu personagem de ficção farorito é Xena, a Princesa Guerreira, e a próxima coisa que você percebe é que eles estão falando que sua personagem de ficção favorita é Xica da Telemundo.”
“Achei que ir à igreja iria me preencher com uma sensação de auxílio e bem-estar espiritual. Mas tudo o que sinto é sono.”
“Ele é meu Romeu de black jean

Avaliação:

 

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