Lola

Confesso que a princípio tive receio de assistir o filme por ser estrelado pela Miley Cyrus. Tinha medo de não conseguir separar a cantora da personagem, mas no decorrer da história, embora a personagem me lembre muito a atual rebeldia de Miley, não atrapalhou a apreciação do filme.

O filme que na verdade é uma refilmagem do filme francês Rindo à toa (2009), recebe o mesmo nome que o original, “LOL” (uma gíria internalta que em português seria algo como “rindo muito” ou “rindo muito alto”). Devido a pouca utilização da gíria nos últimos anos, a gíria é citada como apelido da protagonista, Lola.

Lola, conta a história de uma adolescente que prestes a iniciar o ano letivo termina o namoro com Chad e encontra apoio nos braços de seu melhor amigo, Kyle, estrela de uma banda pop rock do colégio.

Em meio ao universo jovem de curiosidades e descobertas, Lola ainda enfrenta o divórcio dos pais, que apesar da separação legal, continuam se relacionando.

No decorrer da trama, sua mãe encontra seu diário e descobre o envolvimento da filha em uma vida de sexo, drogas e más companhias… A atitude de Anne, a mãe, é o contrário da atitude esperada pela maioria delas e embora o filme tenha se iniciado interessante, termina como se faltasse algo, como: uma lição de moral ou uma reflexão (se não é que isso seja a mesma coisa, é eu acho que é).

Mesmo sabendo que o público alvo do filme são jovens de 15 à 18 anos, acho que deveria ter se aprofundado mais no tema… Mostrar que cada atitude tomada resulta em uma consequência, coisa que o filme deixa a desejar.

Fonte: Cartaz da Cultura, Adoro Cinema

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