Resenha: A Guerra dos Criativos

Título: A Guerra dos Criativos
Autor: Alec Silva
Editora: Publicação Independente
Nota: 4/5

Sinopse: Alec Silva de repente se vê no meio de batalhas nas quais o poder de criar confronta o de destruir, uma guerra em que Criativos, Juízes, Anjos, Lordes e criaturas oriundas dos sonhos e pesadelos se enfrentam em escalas nunca antes imaginadas.
O primeiro romance de autobiografia fantástica do autor de Zarak, o Monstrinho narra a saga do escritor em meio a um mundo sustentado pelas imaginações dos míticos Lordes, considerados deuses por muitos, enquanto uma força destruidora corrompe e almeja o poder supremo. Ajudado por Zarak e outros participantes da Guerra, Alec conhece mais sobre si e sobre um universo de ideias e sonhos, onde o equilíbrio pode ser abalado ao menor agito.
Com participações especiais de personagens de algumas obras de amigos escritores, como Phyreon (da Trilogia Legend of Raython, de Kamila Zöldyek), e dos próprios amigos, como Alfer Medeiros, Eric Musashi, Paul Law e Celly Monteiro, é uma história cheia de fantasia, aventura e drama, na qual o limite entre sonho e realidade pode ser abalado por uma simples ideia.
O convite irrecusável foi feito. Agora, resta a cada um aceitá-lo e participar do jogo, A Guerra dos Criativos mais mortal que já aconteceu no universo.

Comecei a ler esse livro no ano passado só que tenho dificuldade em ler no PC e por isso acabei deixando o livro de lado; com a chegada do meu lindo Kindle ele foi o escolhido para minha estréia no aparelho (depois vou fazer um post só para mostrá-lo 😉 ), então vamos pra resenha?

Já pensou ganhar um convite irrecusável para participar da maior guerra criativa existente? Pois é, Alex recebe um desses e nem dá muita importância, mas uma hora ele precisa dormir e logo que acontece ele vai para o mundo onde as batalhas criativas acontecem…

Sir Alex Silva Dias, a ti foi enviado
Um convite formal e permanente
Para participar ativamente
Da Guerra dos Criativos,
Sendo a ti de antemão negado
O direito  a responder de modo negativo — tornou a recitar, ou a falar como recitasse, o estranho Arauto

Como já deu para perceber esse mundo é acessado através dos sonhos e os criativos são designados em diversos postos — General, Capitão, Comandante e Mensageiro — e enquanto participarem da Guerra terão que se enfrentar em batalhas, usando a imaginação para criar infinitos tipos de criaturas; só que A Guerra dos Criativos não é brincadeira não, os acontecimentos serão repercutidos em suas vidas na terra e quem perder a guerra pode perder todo seu potencial criativo.

[…] era uma guerra como outra qualquer, um conflito no qual dois lados se enfrentavam num derramamento de sangue. Não havia nada de mais; era tudo uma demonstração de violência e crueldade, como todas as demais guerras.

Em sua primeira luta, ao lado de seu amigo imaginário Zarak, Alex quase é morto por seu rival, coisa que é proibida no mundo mágico, e depois disso rumores começam a surgir e logo ele descobre que um poder obscuro e destrutivo está se espalhando nesse mundo onírico e agora Alex e seus amigos terão que unir forças para encontrarem um modo de vencer seu inimigo e salvar o mundo e as criaturas que nele habitam.

Depois disso tudo é festa, ou melhor dizendo, Alex passa por poucas e boas, participa de uma batalha sangrenta para ajudar alguns criativos escapar definitivamente daquele mundo em decadência, depois segue com seus amigos em busca dos Pilares, um lugar onde os Lordes, ou criadores, desse mundo vivem, em busca de ajuda; encontra outros criativos e criaturas no caminho e terá que lutar com unhas e dentes por sua sobrevivência, até mesmo lutar contra o mal que começa a crescer em seu interior, ameaçando o destruir por completo, sem falar que acaba se distanciando de seu amigo de infância, Zarak.

Aquela batalha voraz que se aproximava não era para proteger os Lordes ou aquele mundo. Era o combate contra uma ditadura, a favor de nosso direito de sonhar e criar.

O livro tem vários diferenciais, como ser uma autobiografia fantástica (o próprio Alex relata suas aventuras na guerra), e um dos pontos fortes, na minha opinião, foi transformar seus amigos escritores em personagens e usar algumas de suas criações em seu mundo, por exemplo o Phyreon da Kamila Zöldyek; Alex também colocou muito de seus sentimentos na obra e percebemos um pouco de suas dificuldades em entrar no mundo literário, de seus sonhos, seus medos, seus arrependimentos e isso deixa o leitor mais próximo do autor. Nessa história tem até um romancezinho platônico entre Alex e sua capitã Marcélia (senti falta dela no fim do livro, sumiu 🙁 )

A linguagem do livro é fácil e fluída, até mesmo durante as cenas de batalhas, e em determinados momentos encontramos até um resuminho do que já aconteceu até o momento, para o leitor não se perder, só na última parte do livro que encontrei vários erros de revisão, mas nada que vá atrapalhar a leitura, e senti que o Alex ‘atropelou’ a história e as coisas ficaram confusas…. o finalzinho do livro é destinado à breve história de Zarak, que por sinal ficou incompleta, mas logo estarei lendo os outros livros para conhecer um pouco mais do Zarak, o monstrinho.

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Gostou? Então corra e compre o seu aqui, é baratinho!

beijinhos e até a próxima!!

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7 comentários sobre “Resenha: A Guerra dos Criativos

  1. Obrigado, moça, pela resenha e pelos pontos levantados! 😀

    Prometo corrigir as falhas para a próxima edição e futuros livros!

    Fico feliz que tenha gostado e lido como estreia do kindle. ^_^

    Grande abraço!

  2. Gosteei da resenha 😀
    O livro parece ser muuito divertido, me chamou bastante atenção 🙂
    Vi o spoiler sem querer querendo, hehe. Já adicionei na minha listinha e no skoob 😀

    1. Que bom que gostou, o livro é pura aventura você vai gostar 😉
      Acho que não tem problema ter visto o spoiler, nem foi nada demais, depois você vai esquecer mesmo 😛
      beijinhos

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