Cemitério Maldito

cemiteriomaldito

 

SinopseRecentemente os Creeds se mudaram para uma nova casa nos arredores de Chicago. A casa é perfeita, exceto por duas coisas: os reboques, que vivem fazendo barulho na estrada, e o misterioso cemitério no bosque atrás da casa. Os vizinhos dos Creeds estão relutantes em falar sobre o cemitério e eles tem um bom motivo para tal comportamento. Gradativamente o casal toma conhecimento da verdade e ficam chocados ao saberem do perigo que seus filhos correm. Quando o gato da família morre atropelado, eles o enterram em um cemitério índio que tem o poder de ressuscitar o que for deixado naquele terreno, mas as conseqüências são inimagináveis.

Após ouvir algumas recomendações de filmes de terror pela internet meu marido e eu decidimos assistir o Cemitério Maldito (Pet Sematary), filme inspirado na obra de Stephen King, que também aparece como ator em uma das cenas do mesmo ( o padre na cena do funeral). E apesar de termos escolhido o filme pensando em sentir medo (aliás, está na categoria terror e várias pessoas o recomendavam) acabamos por dar boas risadas! O filme é antigo (1989) e obviamente a qualidade da imagem não tem nem comparação com a atual mas enfim, whatever a qualidade, o filme é galhofa¹ total e eu também recomendo.

A trama começa com Louis Creed, um médico que está chegando de mudança com sua família em uma nova cidade e já nos primeiros segundos dá pra saber que vai dar merda. Seu vizinho assustador, Jud Crandall, alerta-o sobre os caminhões reboque que passam frequentemente à beira das casas e que já ocasionaram vários acidentes e após ouvir está informação, Ellie Creed, a filha pequena do casal, passa pergunta em todo instante se seu gatinho Church ficará bem, o que logo nos faz pensar que ele não irá durar muito tempo.

Com cemitérios assustadores, fantasmas que parecem zumbi e agem como anjos da guarda, uma mulher assustadora que parece mais ser um homem usando peruca (sim, estou falando da Zelda, a irmã falecida de Rachel), um gato zumbi diabólico (Church), uma garotinha com premonições bizarras (Ellie) e um beijo pra lá de nojento (eu não sabia se assistia, se tampava os olhos, se ria, ou continuava a repetir “Credo, credo, credo!”). O final do filme é bem previsível, mas realmente vale a pena apreciar tamanha galhofagem (se é que existe tal variação da palavra, mas creio que não).

Fonte: Adoro Cinema

¹ galhofa: Brincadeira, zombaria, deboche.

assinatura-LenaRico

Gostou? Não esqueça de curtir e compartilhar:

Um comentário sobre “Cemitério Maldito

Deixe uma resposta